De estagiário a presidente da Casa da Cultura de Marabá, conheça o novo gestor da Fundação

Desde que a ex-vereadora Vanda Américo deixou a presidência da Fundação Casa da Cultura de Marabá, a instituição vem sendo gerida por um dos profissionais mais capacitados da área na região. Graduado em Engenharia Agronômica pela UFPA, Pós-graduado em Arqueologia pela mesma universidade, Engenheiro de Segurança do Trabalho pela UNIFRAN e Mestre em Ciências Ambientais pela PUC Goiás, Marlon Prado é colaborador da FCCM há 18 anos, entrou em 2002 como estagiário e nos últimos anos tem coordenado equipes de pesquisas tanto em trabalhos de campo, quanto nos laboratórios da Fundação.

Participou ativamente no Projeto Balsa Buriti Preservando a Memória Fluvial, cujo proporcionou a Fundação ganhar pela segunda vez o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, cujo é o maior prêmio de valorização do Patrimônio Cultural.

Marlon esteve à frente das principais pesquisas de prospecção arqueológicas na região de Marabá, principalmente no acompanhamento e preservação dos sítios arqueológicos que ficam na área de influencia do projeto de mineração grande Carajás. Como por exemplo, o projeto de salvamento arqueológico em cavidades naturais subterrâneas, na mina serra norte, do complexo minerário de Carajás, em Parauapebas. Além do Programa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico na área de influência do Empreendimento de Pesquisa Mineral do Projeto S11.

Há cerca de uma semana como novo presidente da FCCM, Marlon Prado espera poder utilizar toda essa experiência para avançar ainda mais o legado e desenvolvimento da instituição, conquistado pelas boas gestões que o antecederam.

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